
A Polícia Judiciária Civil deu novas informações sobre o caso de um bebê de apenas 7 meses morto em Canarana. De acordo com a polícia, o suspeito, que é pai do menino, teria arremessado a criança diversas vezes de uma altura de 1 metro e meio.
Ele contou à polícia que, após estuprar o filho, deixou a criança em cima da cama. Minutos depois teria retornado ao quarto, erguido o bebê com os braços a uma altura de mais de 1,5 metro e o soltou, em cima de uma base de madeira da cama.
O suspeito afirmou que repetiu isso por quatro vezes. Ele teria parado quando percebeu que a criança parou de chorar e começou a ficar roxa. Ele chegou a levar o filho para o hospital, onde apresentou a tese de que o bebê teria engasgado.
Com a confissão do pai da vítima e tamanha a gravidade dos atos relatados, o suspeito foi autuado em flagrante.
O delegado de Canarana, Flávio Leonardo Santana Silva, disse que, com as evidências coletadas e após a confissão do pai, foi feita a representação pela conversão da prisão em flagrante pela preventiva, considerando a necessidade de garantir a ordem pública e o correto andamento das investigações.
Uma equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), foi acionada para realizar uma análise detalhada da cena do crime.
“As investigações continuam, com o objetivo de compreender completamente as motivações por trás deste ato inaceitável e assegurar que todos os aspectos legais sejam cuidadosamente tratados”, completou o delegado Flávio.
Relembre o caso
Um bebê indígena de 7 meses morreu em Canarana (823 km a leste de Cuiabá) após ser atendido no hospital com sinais de abuso sexual. O pai foi preso em flagrante suspeito de estupro de vulnerável seguido de morte.
De acordo com o boletim de ocorrência, os médicos do hospital informaram aos policiais sobre a entrada da criança na unidade com hematomas e desacordada, na noite desta quarta-feira (10).
Os médicos relataram que a criança não sobreviveu e exames indicaram lesões características de abuso sexual.
Fonte: MT Play






